Pular para o conteúdo

Sobre a central

Por que existe uma central entre a família e a clínica

Quando alguém procura internação, procura no pior dia. Liga para três números achados no Google, ouve três respostas diferentes e decide no susto. A central existe para tirar essa decisão do susto.

O que a central sabe e a família não tem como saber

Quem liga está diante de um problema que nunca enfrentou. Quem atende, enfrenta todo dia. A diferença entre os dois é informação, e é ela que a central coloca na mesa:

  • Qual modalidade de internação cabe naquele caso — e qual não cabe, por mais que a família queira.
  • O que a Lei 10.216/2001 permite quando a pessoa se recusa, e o que ela exige antes disso.
  • Que perfil cada clínica parceira atende de fato, e não o que o folheto diz.
  • Onde há vaga hoje, na região que a família consegue visitar.

Por que a orientação não custa nada

Porque a central é remunerada pelas clínicas parceiras quando o encaminhamento acontece, não pela família. Isso tem uma consequência que vale dizer em voz alta: indicar a clínica errada não é só ruim para o paciente — desfaz a relação com a parceira. O interesse da central é o encaminhamento certo, não o encaminhamento rápido.

Como a rede de clínicas parceiras é formada

Estrutura verificada

A central conhece a casa, a equipe e a rotina de cada parceira antes de encaminhar alguém para lá.

Perfil declarado

Cada parceira informa o que atende: faixa etária, gênero, comorbidade psiquiátrica, modalidade de internação.

Cobertura por região

A rede é distribuída pelo estado para que a família consiga visitar sem atravessar Minas.

Conte o caso para quem atende isso todo dia

A ligação é gratuita, sigilosa e não compromete a nada.

Atendimento