Nas clínicas parceiras
O álcool é legal, está em toda parte e a abstinência tem risco próprio — por isso a avaliação muda.
Em resumo
A central não faz diagnóstico. O que ela faz é levantar o quadro com a família e indicar a clínica parceira que atende esse perfil, na região possível.
| O que é | Perda de controle sobre o beber, com prejuízo que a família enxerga antes da pessoa. |
|---|---|
| Sinal de alerta | Beber para funcionar, esconder a quantidade, e a tentativa de parar que não passa de alguns dias. |
| Abstinência | A retirada do álcool pode exigir acompanhamento profissional. Quando indicada, a desintoxicação é monitorada. |
| Quem conduz | A clínica parceira indicada, com equipe própria. |
O caminho
Você liga ou manda mensagem, a qualquer hora.
A equipe levanta o caso e define a modalidade indicada.
Indicamos a clínica parceira compatível e com vaga.
A clínica assume. A central segue disponível para a família.
Perguntas
Frequência sozinha não fecha diagnóstico. O que pesa é a perda de controle, a dificuldade de parar quando se decide parar e o prejuízo que aparece no trabalho, na saúde e na convivência. Quem avalia isso é profissional, não a família sozinha.
Pode. A retirada do álcool provoca sintomas que, em parte dos casos, precisam de acompanhamento profissional. É por isso que a desintoxicação, quando indicada, é monitorada.
O princípio é o mesmo, mas o álcool tem particularidades: é legal, está em toda parte e a abstinência tem riscos próprios. O plano terapêutico leva isso em conta.
Não é uma exigência, mas a rotina de casa costuma ser parte do que precisa mudar. Esse é um dos assuntos tratados na orientação à família.
Não há prazo padrão. A equipe reavalia o quadro ao longo do tratamento e a família acompanha essas decisões.
Cobertura
Você conversa com a equipe de triagem. A ligação é gratuita e não compromete a nada.