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Dúvidas

Dúvidas sobre clínica de reabilitação em Minas Gerais

As perguntas que a central mais ouve, respondidas sem rodeio — inclusive as que a família tem vergonha de fazer.

Sobre a central

Vocês são uma clínica de reabilitação?

Não. Somos a central de acolhimento: atendemos a família, avaliamos o caso e encaminhamos para a clínica parceira adequada. A internação, o plano terapêutico e o acompanhamento são conduzidos pela clínica, com equipe própria.

Quanto custa falar com a central?

Nada. A ligação é gratuita e a orientação também. Valores de tratamento são tratados diretamente com a clínica indicada, depois da avaliação.

Se é de graça, como a central se sustenta?

A central é remunerada pelas clínicas parceiras quando o encaminhamento acontece — nunca pela família. Indicar a clínica errada desfaz a relação com a parceira, então o interesse da central é acertar, não fechar rápido.

Quem atende o telefone?

Equipe de triagem, treinada para levantar o caso. Não é call center de vendas e não há script de fechamento.

Sobre a escolha da clínica

Como vocês decidem para qual clínica encaminhar?

Por quatro coisas levantadas na triagem: perfil clínico (substância, tempo de uso, idade, quadro psiquiátrico associado), modalidade de internação indicada, cidade de onde a família fala e vaga disponível nas parceiras naquele momento.

Posso escolher a clínica?

Pode opinar, e a família costuma ter preferência de região para conseguir visitar. O que a central não faz é encaminhar para uma parceira que não atende aquele perfil.

Em quanto tempo sai uma vaga?

Depende do perfil e do que as parceiras têm disponível. A central não promete vaga antes da avaliação — prometer vaga por telefone é o primeiro sinal de que algo está errado.

Vocês atendem a minha cidade?

A central atende famílias de todo o Minas Gerais. Cinquenta cidades têm página própria, com o que muda no atendimento a partir dali.

Sobre a internação

Dá para internar alguém que não quer se tratar?

A Lei 10.216/2001 prevê a internação involuntária, pedida por familiar ou representante legal e sustentada por laudo médico circunstanciado, com comunicação ao Ministério Público. A central explica o caminho; quem avalia e admite é a clínica, com médico.

Qual a diferença entre voluntária, involuntária e compulsória?

Voluntária é com o consentimento da pessoa. Involuntária é a pedido da família ou do representante legal, com laudo médico. Compulsória é determinada pela Justiça. As três estão na mesma lei, e qual delas cabe depende da avaliação.

Existe remoção quando a pessoa se recusa a ir?

Em parte dos casos há equipe preparada para isso, sempre dentro do que a lei permite e com a indicação médica que sustenta a internação. É avaliado caso a caso, nunca prometido por telefone.

E se o caso não for de internação?

É essa a resposta que a família recebe. Nem todo quadro se resolve internando, e a central diz quando o caminho é outro.

Ficou uma dúvida que não está aqui?

Conte o caso para a equipe de triagem. A ligação é gratuita e não compromete a nada.

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